O procurador-geral da República, Paulo Gonet, afirmou, com base em depoimentos coletados pela Polícia Federal (PF), que a ex-assessora do deputado federal Arthur Lira (PP-AL), alvo de operação nesta sexta (12/12), atuava na função de controle de “indicações desviadas de emendas decorrentes do orçamento secreto” para beneficiar uma organização criminosa “voltada à prática de desvios funcionais e crimes contra a administração pública e o sistema financeiro nacional”.
A funcionária da Câmara que foi alvo de mandados de busca e apreensão em casa e no trabalho é Mariângela Fialek, conhecida como Tuca, atualmente lotada na Liderança do Partido Progressista na Casa. O celular dela foi apreendido na operação deflagrada pela Polícia Federal (PF).
Gonet disse ainda que o pedido da PF está “encorporado com significativos elementos, materializados em diversos depoimentos e análises policiais, sugestivos da atuação ilícita da requerida